Relembrando a Maratona

Hoje tem sessão “recordar é viver” aqui no blog!

Há pouco mais de um ano eu estava decidida a colocar o blog para funcionar de vez e fazer publicações mais frequentes! Me desafiei com a meta de fazer um post por dia durante 1 mês!  Foi algo que me fez sair da zona de conforto mesmo!! Pode acreditar! Deu trabalho, mas valeu todo o esforço! O blog ficou recheado de conteúdo e mais pessoas passaram por aqui para conhecer! Então depois de algum tempo, para que todos os materiais, dicas e ideias que eu compartilhei continuem sendo aproveitados e estejam mais acessíveis no site, resolvi  colocar uma imagem na barra lateral direita com uma chamada para a maratona.

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Assim, aqueles que visitam pela primeira vez podem clicar ali para visualizar os posts, e os que já conhecem podem aproveitar para rever!😉

Outra modificação que fiz no site, além de uma repaginada no layout, cores, foto e descrição, foi incluir mais um item no menu com o título “recursos didáticos”. A ideia é colocar ali outros subitens como materiais para imprimir e também séries de posts com assuntos similares. Dessa forma tudo fica organizado e de fácil acesso! Logo, logo vou acrescentar mais algumas coisinhas! Aguardem!

Então, hoje o convite que deixo é para correrem essa maratona comigo mais uma vez!

 

Vamos? 

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10 dicas para preparar um Recital (sem stress!!)

Olá a todos!!

Espero que tenham tido um ótimo Natal 🎄e estejam aproveitando as merecidas férias! Quanto a mim, esse tem sido um Dezembro bastante corrido, mas finalmente volto para fechar os últimos posts do ano, antes que ele acabe!!!!

Hoje vamos a nossa Parte 1 do Manual de Sobrevivência para os Recitais!

Pois é! Preparar um recital de alunos, na minha opinião, é uma das tarefas mais desafiadoras para o professor particular de instrumento. São muitas etapas e processos para que tudo ocorra bem, em resumo: dá trabalho! Mas com a devida antecedência e planejamento é possível programar tudo sem muito stress! Abaixo elaborei 10 pontos relacionados à essa fase de preparação!

1. Lista de eventos

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Com muita antecedência (preferencialmente no início do ano) seria interessante que o professor fizesse uma lista de todos os eventos que planeja fazer com os alunos, sejam recitais, workshops, cursos, concertos guiados, encontros, aulas abertas ou até festinhas.

2. As datas

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A partir da lista de eventos do ano, o próximo passo seria pensar nas datas de realização. Quando eu e os professores do Pianópera nos reunimos para decidir o calendário semestral ou anual de eventos temos só uma coisa em mente: queremos que o maior número de alunos participe! Por isso seguimos as seguintes diretrizes:

• Escolhemos as datas em um dia da semana que a maioria dos alunos esteja disponível, nesse caso aos sábados;
• Evitamos ao máximo os finais de semana com feriados prolongados, meses de férias escolares ou épocas do ano com muitas atividades (como Dezembro, por exemplo) e observamos datas importantes nas escolas onde temos um grande número de alunos;
• Enviamos o calendário de eventos, assim alunos, pais, professores e convidados podem organizar suas agendas.

Mesmo assim não é possível evitar que alguns deixem de participar por conta de compromissos particulares, mas tomando esses cuidados conseguimos ter um bom quórum.

Há também aqueles alunos que não gostam de tocar em público ou aqueles que gostariam, mas nós como professores sentimos que ainda não estão suficientemente preparados. Nesses casos é melhor não insistir e respeitar o tempo e a vontade do aluno. Os recitais são eventos para os  que estejam em condições e que sintam o desejo de participar.

3. Escolha dos locais

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A partir das datas é hora de entrar em contato com os possíveis locais onde possam ser feitos os eventos, de acordo com as características e demanda de cada um. No nosso caso trabalhamos com duas opções:

Primeiro: uma sala para 40 lugares, em local de fácil acesso para a realização de eventos pequenos, como saraus, masteclasses, recitais solo, ensaios, etc.

Segundo: para recitais de grande porte alugamos um auditório que comporte um maior número de alunos e convidados.

Há alguns pré-requisitos que tentamos seguir na hora de buscar um espaço “ideal” para os eventos: fácil acesso, seguro, com um ótimo piano, lugares suficientes, ar condicionado, boa iluminação, próximo a estacionamentos ou pontos de transporte público (como o metrô, por exemplo), que esteja dentro do nosso orçamento e PRINCIPALMENTE que seja um local sério e confiável.

Uma pequena história para ilustrar o que acabei de reforçar:
Já aconteceu de alguns locais cancelarem conosco faltando 3 dias para o recital, com todos os convite entregues, tudo organizado e com contrato assinado e o aluguel pago. Por mais que se possa recorrer à justiça nesses casos, nada, nada mesmo paga a grande dor de cabeça de ter que realocar um evento de última hora! É realmente um pesadelo! Por isso, escolher um local de confiança, que tenha uma agenda organizada e que cumpra com o contrato é de ESSENCIAL importância! A partir daí é só reservar com muita antecedência para garantir tranquilidade para alunos, pais, convidados e principalmente para nós, professores!

4. Informação!

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Depois de reservar os dias e locais dos eventos, o próximo passo é enviar uma circular para todos os pais e alunos informando sobre as datas. Nessa circular constam o dia do evento, os dias e horários de ensaios, o que é preciso que o aluno leve, a sugestão de vestuário e o custo por aluno. Nós costumamos imprimir e entregar aos pais, mas também enviamos uma cópia por e-mail. Essa informação inicial do tipo “save the date” é importantíssima, não só para que os pais e alunos reservem as datas em seus calendários, mas também para que tenham confiança de que o trabalho do professor de fato é sério e organizado. Nada de coisas de última hora!
Com o passar dos meses é sempre bom relembrar de tempos em tempos a todos (pais e alunos) das datas por mensagens de e-mail ou WhatsApp, assim evitamos que se esqueçam dessas informações importantes.

5. A escolha do repertório!

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Bem, essa é uma questão crucial para o sucesso do evento. Ao expor o aluno a uma situação de palco há que se ter o máximo de cuidado para que o mesmo sinta-se seguro e confiante. Esse é o segredo para um final feliz!! Nesse caso, deve-se escolher a música com antecedência. Pelo menos uns 70 dias antes seria o ideal, mas se for algo que já esteja no repertório do aluno, que já saiba tocar com fluência, pode até ser com menos tempo.
Como trabalhamos em conjunto eu e outros professores, tomamos também a precaução de enviar uma lista de músicas que nossos alunos vão tocar, assim evitamos repetições e as indesejadas comparações entre a performance de um aluno com o outro. Ah, e sempre temos um plano A e um plano B, ou seja, uma música reserva, caso seja necessário trocar porque outro aluno escolheu a mesma.

Outra questão é que alunos que se apresentam pela primeira vez, especialmente os das faixas etárias entre 4-8 anos, fazemos repertório a 4 mãos, que pode ser com o professor ou com algum membro da família que também saiba tocar (mãe, pai, avô, irmão mais velho…). Assim eles dividem com outra pessoa mais experiente a responsabilidade de estarem no palco, ganham confiança e com isso acabamos minimizamos um pouquinho esse estigma do pianista solitário no palco!

6. O calendário de contagem regressiva

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Para intensificar o estudo e ajudar o aluno a se preparar adequadamente montamos um calendário de contagem regressiva de 1 mês ou 15 dias. Assim os alunos seguem tarefas específicas para que o momento do estudo se aproxime ao momento do palco e eles sintam-se muito seguros na hora da apresentação. Mas vou fazer um post especialmente sobre isso amanhã com um vídeo explicativo e um arquivo PDF para baixar o modelo, então não percam.

7. Convites

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Aproximadamente 3 semanas antes do recital é hora de enviar os convites. A partir do número de participantes e da quantidade de acentos disponíveis no local o professor deve informar a quantidade de convidados que cada aluno pode ter. A ideia é que todos possam se sentar confortavelmente e que não tenhamos ninguém de pé durante o evento.

Em um post anterior deixei uma super dica sobre cartazes e convites que podem ser feitos de forma simples e barata no Joy Tunes. Mas há também outros apps e sites que podem auxiliar nessas horas como o Piccolage e o Canva.

Antigamente costumávamos imprimir tudo, mas hoje em dia os alunos preferem enviar por mídias sociais (messenger, WhatsApp…) e e-mail, então só fazemos de forma virtual. Abaixo estão alguns modelos desse ano:

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8. A hora dos ensaios!

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Sim, fazer ensaios é importantíssimo, especialmente quando estamos falando de alunos de piano, que obviamente não vão tocar no próprio instrumento e precisam de um tempo de preparação e adaptação ao piano do recital, ao pedal, ao peso das teclas, ao som, a acústica do local…Quando os alunos têm teclado ou piano eletrônico em casa, esses ensaios tornam-se ainda mais relevantes!

No nosso caso fazemos um ensaio geral uma semana antes, e no dia do recital os alunos têm que chegar mais cedo para treinarem no piano da apresentação. Gostaríamos de fazer mais, mas o custo de aluguel dos espaços limita nossa quantidade de ensaios, de forma que não fique muito pesado para os pais e alunos que custeiam todo o evento.

9. As últimas instruções!

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Na semana do recital costumo revisar algumas coisinhas que considero importantes para os alunos e pais. Para os alunos eu entrego uma folhinha com lembretes que fazem toda a diferença para a hora da performance, e para os pais envio mensagens no dia anterior lembrando do endereço, do horário de chegada para o ensaio, do vestuário e das partituras (para aqueles que não vão tocar de memória).

10. Os Materiais

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A última coisa seria listar e separar TODOS os materiais que o professor deve levar para o evento, que variam de acordo com cada tipo de recital e do que está disponível no local, mas alguns que poderia citar são: partituras ou livros (como uma segurança caso os alunos se esqueçam); lanchinho e descartáveis, um banquinho para apoio dos pés (especialmente para alunos de 4-8 anos), microfone, caixa de som, projetor, computador, extensão, máquina fotográfica e filmadora, banners, programas impressos, lembrancinhas e cartazes com informações importantes para alunos, pais e convidados.

No terceiro post dessa série vou compartilhar sobre esses cartazes!

Bem, depois de ter trabalhado diligentemente ao longo de meses em planejamento e preparação cuidadosos, vejam que tudo fica bem mais sistematizado e em ordem, não é mesmo? 😉 Então vale a pena todo o sacrifício!!

Amanhã continuaremos com o calendário de contagem regressiva e também com o Dia D!! Não Percam!!

Mirka.

Colorindo a Partitura

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Em um post anterior abordei a questão da importância de anotar a tarefa com clareza para ajudar o aluno a ter um estudo mais eficiente em casa! Gosto  de usar cores diferentes para cada tópico do dever de casa, especialmente com as crianças! Mas além disso, também costumo colorir a partitura!

No início era assim:

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Essa sonata para violino encontrei outro dia desses no Facebook!! Bem, brincadeiras à parte, as partituras dos meus alunos estão longe desse nível de poluição visual, mas quando comecei a lecionar usava somente lápis de escrever para marcar o que deveria ser corrigido. Não levou muito tempo para perceber que de uma aula para a outra  as anotações novas se confundiam com as antigas e acabavam se perdendo. Em resumo, o aluno já não prestava a devida atenção e o que era pior,  os erros se mantinham! Foi então que eu comecei a usar cores! Uma ideia ridiculamente simples, mas que ajuda muito, especialmente os alunos com dificuldade de foco e atenção!

Então, como rata de papelaria assumida que sou, estou sempre munida de canetinhas marca texto, canetas esferográficas e hidrocores coloridas, bem como post-it (em português: bloco autoadesivo)!

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Sobre os bloquinhos autoadesivos, na National Conference for Keyboard Pedagogy em Chicago no ano passado assisti a um workshop com as maravilhosas Diane Hidy e Elissa Milne, no qual  sugeriram esse recurso para alunos com dificuldade de concentração. Elas deram vários exemplos e um deles foi o de utilizar post-it para marcar na partitura onde deveria estar o foco do aluno. Outra ideia seria utilizar um postit gigante (ou papéis coloridos) para cobrir parcialmente a partitura, revelando ao aluno apenas um trecho ou um aspecto específico da música que deva ser o foco de atenção naquele momento (uma condução de baixo, uma progressão harmônica, um padrão rítmico, uma linha melódica, o dedilhado de uma passagem escalar…)

Vejam os exemplos abaixo:

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Até aí tudo bem, os post-its são recursos temporários e podem ser retirados quando não forem mais necessários, mas  agora falando bem a verdade eu achava um sacrilégio escrever de caneta, especialmente nos livros dos alunos. Ainda bem que me despreendi dessa quase “tradição” de escrever somente a lápis e questionei sua eficiência! Foi então que ficou claro para mim que mais importante do que o “medinho” de colorir a partitura do aluno de caneta, é que ele efetivamente compreenda o que deve ser feito! Por isso, cada anotação nova vai com uma cor diferente e eu reforço na agenda escrevendo (por exemplo): “observar anotações em vermelhon na partitura”!

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Tem dado resultado e a probabilidade do aluno não lembrar o que deve ser corrigido ou no que ele deve prestar atenção na hora de estudar diminuiu muitíssimo! Então, que tal? Vamos colorir a partitura?

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Um ensino de música bem colorido a todos!

Mirka. 

 

A Clareza na Tarefa

 

 

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Da Série: Socorro, meu aluno não estuda!

Minha luta eterna é fazer os alunos estudarem, e quando isso ocorre regularmente a minha luta torna-se fazer com que intensifiquem o tempo e a qualidade desse estudo! Mas confesso que é muito frustrante sair de uma ótima aula, onde você estuda junto com o aluno, mostra todo o passo a passo, e termina achando que ele compreendeu tudo e então chega a aula seguinte e você ouve a frase clássica no cancioneiro estudantil: “não entendi a tarefa”. É nessas horas que a gente conta até 1000, respira fundo, e diz calmamente: “ok, o que você não entendeu exatamente?”

Antigamente eu achava que era malandragem do aluno (e em alguns casos raros, ainda acho que é), mas obviamente tomei a responsabilidade para mim, afinal se ele não entendeu como estudar, há uma grande chance de eu não estar sendo clara na hora de passar o dever de casa, não é mesmo?

A partir dessa experiência, gostaria de sugerir 6 pontos baseados na minha observação e também com ideias do livro The Practice Revolution do Philip Johnston.

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1. Anotar: não consigo conceber uma aula em que o aluno saia sem anotar nada do que ficou de tarefa! Uma semana é muito tempo e ele pode não lembrar. Mesmo que estude no dia seguinte, sempre há o risco de questões importantes se perderem. Então, como já compartilhei em um post anterior, eu uso uma agendinha específica para isso, onde anoto o dever de casa da semana! Mas qualquer cadernetinha, caderno, ou bloquinho que possa ser usado nas aulas já serve!

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Se você ainda não viu o post sobre a agendinha, clique AQUI!

2. Escrever o suficiente: é muito importante ter um equilíbrio entre escrever coisas vagas e óbvias como “estudar” ou “estudar mais” e anotar com os mínimos detalhes numa “verborragia” medonha que vai fazer o aluno ter preguiça de ler, ficar desanimado com a quantidade de coisas a fazer e desistir logo de cara! O segredo é escrever o suficiente, usar palavras chaves, chamar a atenção para os pontos importantes anotados na própria partitura.

Abaixo segue um exemplo da tarefa de uma aluna de 7 anos. Como na página do livro já havia colocado muitas anotações do que ela deveria fazer, fui econômica na hora de escrever, apenas enfatizando a importância dela repetir determinado número de vezes (os pequenos não entendem muito bem a importância da repetição para o aprendizado e acham que tocando uma só vez está bom!)

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3. Clareza: essa questão é essencial! Escrever com letra cursiva para alunos em séries iniciais que só entendem letra de forma, ou um garrancho que nem mesmo os alunos adultos entendem, pode ser um problema! A letra deve ser clara, legível e compatível com cada idade! Para as crianças, uso muitas cores, tento deixar o mais bonito, claro e objetivo possível! Os alunos adolescentes e adultos escrevem eles mesmos os pontos que ficam de tarefa! Isso ajudará a lembrar o que devem estudar, além de que escreverão de um jeito que eles mesmos entendem!
Abaixo tenho duas fotos de exemplos de anotações, a primeira é de uma aluna de 8 anos, escrito por mim e a segunda de uma de 13, escrito por ela mesma:

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4. O momento da revisão: no final da aula SEMPRE eu dedico 1 minuto para revisar os pontos que ficaram de tarefa. Faço os alunos lerem o que eu escrevi e pergunto se ficou alguma dúvida, ou peço para eles lerem o que eles mesmos escreveram para ter certeza de que vão sair da aula seguros do que precisa ser trabalhado. O Philip Johnston chega a ter uma poltrona especial no estúdio dele que é a “Poltrona da Tarefa”. Os alunos não podem ir embora sem antes se sentarem lá e revisarem todos os pontos que devem ser estudados naquela semana!

5. Envolver os pais: para as crianças é MUITO importante envolver os pais! Eu geralmente tiro foto da página da tarefa e mando para eles por WhatsApp com a seguinte mensagem:

“Queridos pais, isso é o que a Maria precisa fazer essa semana para a aula de piano. Por favor, verifique se o estudo está acontecendo e, se possível, separe um tempo na sua agenda para sentar-se ao lado dela e ouví-la tocar! Muito obrigada por seu apoio! Isso faz toda a diferença nas nossas aulas.”

Não posso deixar de reforçar o quanto esse envolvimento da família é essencial! A diferença dos alunos em que os pais participam ativamente do aprendizado é gigantesca, comparado com aqueles em que a família pouco se importa e não há estrutura com horários e regras de estudo na casa! Aliás, esse é um dos meus pontos de corte na hora de selecionar novos alunos!

6. Estar à disposição: mesmo depois de tudo isso, dúvidas ainda podem surgir, nesse caso eu sempre deixo meu endereço de Skype disponível. Eu não vou ficar online o tempo todo (óbvio), mas eles sempre podem me mandar mensagens ou vídeos off-line e quando eu tenho algum tempinho durante o dia eu respondo para ajudá-los a continuar estudando corretamente. (sem ter que esperar uma semana inteira para isso!) Você pode pensar: “mas que absurdo, você já não trabalha o suficiente?” Bem, esse é um serviço extra que além de ajudar muito os alunos também justifica o valor das minhas aulas! 😉

Então acho que por hoje era isso! Se você tem outras estratégias na hora de deixar a tarefa e se certificar de que o aluno compreendeu bem o que precisa ser feito, por favor, compartilhe comigo e com os colegas que seguem esse blog! Adoraria ouvir suas ideias e sugestões! Preciso continuar aprendendo sempre!

Obrigada,

Mirka.